Não tem nome
o que é desmedido.
Tudo que não se denomina
se faz infinito.
Para encher os olhos,
Ouvidos.
Fazendo inchar,
Doído
com todo o sentimento do mundo
que vive em nós,
escondido.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
E no ir e vir
do caos
de existir
vou perdendo
ganhando
um pouco de mim
Numa escolha
deixo um braço
Em folhas
me despedaço
na terra de onde vim
E se estou pela metade
é porque ser inteira
já não me cabe
pois a faca que me reparte
divide-me assim:
Sou adubo
pedaço
E em tudo
por onde passo
deixo plantado
o que resta
de mim
do caos
de existir
vou perdendo
ganhando
um pouco de mim
Numa escolha
deixo um braço
Em folhas
me despedaço
na terra de onde vim
E se estou pela metade
é porque ser inteira
já não me cabe
pois a faca que me reparte
divide-me assim:
Sou adubo
pedaço
E em tudo
por onde passo
deixo plantado
o que resta
de mim
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